Infraestruturas logísticas podem impulsionar as exportações brasileiras de grãos para a Ásia
A Baía de São Marcos poderá aumentar significativamente a sua capacidade de exportação de grãos, passando dos atuais 20 milhões para um volume estimado entre 60 e 81 milhões de toneladas até 2031, segundo projeções da Esalq-Log.
A concretização deste potencial depende do desenvolvimento de infraestruturas logísticas capazes de melhorar o escoamento da produção agrícola e reforçar a competitividade brasileira nos mercados internacionais.
Neste contexto, o Terminal Portuário de Alcântara (TPA), localizado no Maranhão, e a Estrada de Ferro do Maranhão (EF-317) assumem um papel estratégico. Estas infraestruturas poderão contribuir para otimizar o transporte de mercadorias, reduzir constrangimentos logísticos e facilitar o acesso aos mercados asiáticos através de rotas de exportação mais competitivas.
A região do Maranhão apresenta, assim, um potencial relevante para consolidar o seu posicionamento como plataforma logística de referência para o agronegócio brasileiro, aproximando as principais regiões produtoras dos mercados consumidores internacionais.
O reforço das infraestruturas ferroviárias e portuárias poderá ser determinante para transformar este potencial num crescimento efetivo das exportações, criando novas oportunidades para a logística e para o comércio internacional de grãos.
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